12 julho, 2010

Casa da Opera Teatro Municipal de Ouro Preto

Le Fantôme de l'Opéra, com Julio Dalla Bibb e seu escravo fantasma etíope Guilherme de Ouro Preto.

4 comentários:

Unknown disse...

O frio de enrijecer é quando o fantasma desencarna!!!!

Anônimo disse...

Nós não reencarnamos nem desencarnamos, tampouco encostamos,
só assombramos!
Aqui nessa cidade nós somos pelo menos dois. Não sei de nenhum que seja etíope, nem me lembro de terem encenado Aída nesta casa.

GRAÇA disse...

E eu que pensei que o fantasma fosse etíope só porque ele é afrodescendentinho e e estava no palco do teatro de ópera (deve ser ato falho com Aída, mesmo).
Agora, voce não se lembra, mas é possível que se tenham encenado Ainda nesta casa.

Anônimo disse...

Você não me conhece. Eu tenho 112 anos (neunzehn? dreiundzwanzig? dreiundzwanzig?(*)). Nem é tanto, né? Adoro assombrar blogs, mas é tão raro me abrirem um canal.
Uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
Júlio d'Aleppo


(*)
Tantas vezes me mataram
Tantas vezes eu morri
Mas agora estou aqui
Ressuscitando

Agradeço ao meu destino
E a essa mão com um punhal
Porque me matou tão mal
E eu segui cantando

Cantando ao sol
Como uma cigarra
Depois de um ano embaixo da terra
Igual a um sobrevivente
Regressando da guerra

Tantas vezes me afastaram
Tantas reapareci
E por tudo que vivi
vivi chorando

Mas depois de tanto pranto
Eu aos poucos percebi
Que o meu sonho não tem dono
E segui cantando

Cantando ao sol
Como uma cigarra
Depois de um ano embaixo da terra
Igual a um sobrevivente
Regressando da guerra

Tantas vezes te mataram
Tantas ressuscitarás
Tantas noites passarás
Desesperando

Mas na hora do naufrágio
Na hora da escuridão
Alguém te resgatará
Para ir cantando

Cantando ao sol
Como uma cigarra
Depois de um ano embaixo da terra
Igual a um sobrevivente
Regressando da guerra


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