Nós não reencarnamos nem desencarnamos, tampouco encostamos, só assombramos! Aqui nessa cidade nós somos pelo menos dois. Não sei de nenhum que seja etíope, nem me lembro de terem encenado Aída nesta casa.
E eu que pensei que o fantasma fosse etíope só porque ele é afrodescendentinho e e estava no palco do teatro de ópera (deve ser ato falho com Aída, mesmo). Agora, voce não se lembra, mas é possível que se tenham encenado Ainda nesta casa.
Você não me conhece. Eu tenho 112 anos (neunzehn? dreiundzwanzig? dreiundzwanzig?(*)). Nem é tanto, né? Adoro assombrar blogs, mas é tão raro me abrirem um canal. Uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu! Júlio d'Aleppo
(*) Tantas vezes me mataram Tantas vezes eu morri Mas agora estou aqui Ressuscitando
Agradeço ao meu destino E a essa mão com um punhal Porque me matou tão mal E eu segui cantando
Cantando ao sol Como uma cigarra Depois de um ano embaixo da terra Igual a um sobrevivente Regressando da guerra
Tantas vezes me afastaram Tantas reapareci E por tudo que vivi vivi chorando
Mas depois de tanto pranto Eu aos poucos percebi Que o meu sonho não tem dono E segui cantando
Cantando ao sol Como uma cigarra Depois de um ano embaixo da terra Igual a um sobrevivente Regressando da guerra
Tantas vezes te mataram Tantas ressuscitarás Tantas noites passarás Desesperando
Mas na hora do naufrágio Na hora da escuridão Alguém te resgatará Para ir cantando
Cantando ao sol Como uma cigarra Depois de um ano embaixo da terra Igual a um sobrevivente Regressando da guerra
4 comentários:
O frio de enrijecer é quando o fantasma desencarna!!!!
Nós não reencarnamos nem desencarnamos, tampouco encostamos,
só assombramos!
Aqui nessa cidade nós somos pelo menos dois. Não sei de nenhum que seja etíope, nem me lembro de terem encenado Aída nesta casa.
E eu que pensei que o fantasma fosse etíope só porque ele é afrodescendentinho e e estava no palco do teatro de ópera (deve ser ato falho com Aída, mesmo).
Agora, voce não se lembra, mas é possível que se tenham encenado Ainda nesta casa.
Você não me conhece. Eu tenho 112 anos (neunzehn? dreiundzwanzig? dreiundzwanzig?(*)). Nem é tanto, né? Adoro assombrar blogs, mas é tão raro me abrirem um canal.
Uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
Júlio d'Aleppo
(*)
Tantas vezes me mataram
Tantas vezes eu morri
Mas agora estou aqui
Ressuscitando
Agradeço ao meu destino
E a essa mão com um punhal
Porque me matou tão mal
E eu segui cantando
Cantando ao sol
Como uma cigarra
Depois de um ano embaixo da terra
Igual a um sobrevivente
Regressando da guerra
Tantas vezes me afastaram
Tantas reapareci
E por tudo que vivi
vivi chorando
Mas depois de tanto pranto
Eu aos poucos percebi
Que o meu sonho não tem dono
E segui cantando
Cantando ao sol
Como uma cigarra
Depois de um ano embaixo da terra
Igual a um sobrevivente
Regressando da guerra
Tantas vezes te mataram
Tantas ressuscitarás
Tantas noites passarás
Desesperando
Mas na hora do naufrágio
Na hora da escuridão
Alguém te resgatará
Para ir cantando
Cantando ao sol
Como uma cigarra
Depois de um ano embaixo da terra
Igual a um sobrevivente
Regressando da guerra
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